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terça-feira, 15 de março de 2011

Yamaha Star Striker 1300 - Poderosa com muito estilo



O estilo custom/cruiser cada vez mais conquista admiradores e consumidores no mundo inteiro. Todas as grandes marcas têm investido nesse segmento e apresentado suas versões com essa característica. A Yamaha, que também já descobriu esse filão e criou a linha Star, aposta em mais uma variação sobre o mesmo tema e apresenta a mais nova representante da família: a Star Stryker 1300, indiscutivelmente direcionada ao mercado norte-americano onde esse estilo sempre teve sucesso, mas que também deverá atrair consumidores em todo o mercado internacional.

Como todas as motos desse segmento, a nova Stryker tem vocação estradeira pelo seu porte e postura ergonômica, prioriza o torque do motor ao invés da velocidade final, e oferece segurança para viagens de longa quilometragem. Já no trânsito complicado das grandes cidades grandes o prazer e o conforto de pilotar podem ser prejudicados. Aliás, nesse estilo de moto conforto é uma característica que privilegia apenas o piloto enquanto o garupa sofre equilibrado-se num minúsculo apoio colocado sobre o paralama traseiro.

O motor é um bicilíndrico em “V” com inclinação a 60º, 1304 cm³ de cilindrada, sistema de refrigeração líquida com um grande radiador colocado à frente da seção frontal do quadro, quatro válvulas por cilindro para proporcionar melhor eficiência de combustão, injeção eletrônica de combustível controlada por computador para garantir o fornecimento de mistura ideal qualquer que seja a temperatura ou altitude, e oferece um bom desempenho com mapas de ignição personalizados. Sua configuração disponibiliza um torque generoso – máximo de 11.3 kgm.f  a 8.000 rpm – sem muita preocupação com a curva de potência (cujas medidas nem foram divulgadas). Os pistões, forjados, se movimentam em camisas fabricadas com cerâmica composta que garantem durabilidade. A alta taxa de compressão - 9.5:1 – é a responsável por toda a energia produzida pelo motor e pelo ronco característico emitido pelo novo sistema de escape com tubos longos cujo desenho acompanha a linha sinuosa e dinâmica de todo o conjunto. O câmbio de cinco velocidades com escalonamento mais elástico nas marchas longas possibilita um aproveitamento ideal do volume de torque e proporciona uma pilotagem menos cansativa na estrada por não exigir reduções constantes para retomadas de velocidade principalmente nas ultrapassagens. A transmissão final é por correia dentada ao invés de corrente.

O quadro é um berço duplo de aço que abriga o enorme motor numa estrutura magra e leve, e que contribui na distribuição de peso aliviando a frente do conjunto. A baixa altura do assento, apenas 660 mm do solo, proporciona boa ergonomia e domínio tanto dos comandos situados no guidão alto que acompanha o grau de inclinação do garfo da suspensão dianteira quanto dos pedais de freio e câmbio. Além disso, sua posição mais atrasada desloca o centro de gravidade do conjunto para trás compensando a acentuada inclinação garfo na hora das manobras curtas. Nas paradas, permite que o piloto apóie com facilidade os pés no chão.

A suspensão dianteira é um garfo telescópico, com bengalas de 41mm de diâmetro, e a traseira, um sistema monoamortecedor escamoteado embaixo da carenagem. Na hora de parar você conta com a eficiência de dois grandes discos: de 320 mm de diâmetro na dianteira e de 310mm na traseira. As rodas são de liga leve com cinco raios, a dianteira calçada com pneu 120/70 -R21 e a traseira com um gigantesco 210/40 -R18, que lhe confere boa estabilidade. 

A Stryker estará disponível totalmente negra com poucos cromados (até os tubos de escape são pintados em preto fosco só com as ponteiras cromadas), ou com tanque, paralamas e laterais pintados de azul vívido ou cobre avermelhado (ambas com tubos de escape cromados). O painel tem estilo vintage e é equipado com velocímetro analógico. O tanque em forma de lágrima e decoração tribal tem capacidade para 15,1 litros e o peso do conjunto é 293 kg. O paralamas traseiro é envolvente e tem lanterna com luzes LEDs. Situado entre as bengalas da suspensão dianteira, o grande farol com bojo redondo completa o visual retro do modelo. 

Especificações
Motor – 2 cilindros em V a 60º, 4 tempos, 4 válvulas por cilindro, SOHC e refrigeração líquida
Cilindrada – 1.304 cc
Transmissão – 5 velocidades
Alimentação – injeção eletrônica
Suspensão dianteira – garfo telescópico com bengalas de 41mm de diâmetro  
Suspensão traseira – sistema monoamortecedor escamoteado sob a carenagem   
Freio dianteiro – disco simples com 320 mm de diâmetro
Freio traseiro – disco simples com 310 mm de diâmetro
Potência máxima – ND
Torque – 11.3 kgf-m a 8.000 rpm  
Tanque – 15.1 litros
Peso (seca) – 293 kg

Fonte: motoaction

A Honda apresenta a nova Hornet




A parte ciclística e o motor da Hornet não sofreram nenhuma alteração da versão 2010 e as novidades se resumem a uma remodelação estética. O conjunto farol e painel de instrumentos é novo, mais sóbrio do que tudo o que foi visto até agora. O conjunto ótico, de formato triangular, confere uma imagem mais estilizada, moderna e melhor definida, com melhor acabamento, e o painel de instrumentos é agora completamente digital e está situado atrás do farol.

As linhas da nova CB 600 F são mais suaves e não tão acentuadas como antes, com um desenho muito parecido com o de outra naked da Honda, a CB 1000 R. A Hornet ficou com um aspecto mais popular e interessante.

ste modelo estará à venda no mercado europeu ainda no mês de março a um preço de 8.329 euros (8.899 euros a versão C-ABS).

Fonte: motoaction

Rizla Suzuki revela decoração 2011 da GSV-R


A máquina que Álvaro Bautista vai pilotar nesta temporada do Campeonato do Mundo de MotoGP é a última geração do protótipo de 800cc, 4 tempos, das GSV-R, isto devido à alteração dos regulamentos no próximo ano para 1000cc. A mais recente, e tecnologicamente mais avançada, versão da Suzuki de MotoGP conta com um motor com mais potência, melhor controle de tração e durabilidade graças a muitos desenvolvimentos efetuados no inverno e nos testes de pré-temporada. Conta ainda com melhorias na aceleração, especialmente nas saídas de curvas lentas, para ajudar Bautista na busca pela glória do MotoGP.

Como complemento a todas as melhorias no motor, os engenheiros de fábrica da Suzuki procederam também a melhorias no desempenho  do chassis graças a significativas mudanças no que toca ao equilíbrio da rigidez do quadro e braço oscilante, além de terem também melhorado a geometria. Estas melhorias no chassis são ainda acompanhadas do mais avançado software da ECU jamais usado numa máquina de Grandes Prêmios da Suzuki, o que deverá dar a Bautista uma tração mais precisa e controle dos cavalinhos sem perder potência.

A nova decoração da Rizla Suzuki GSV-R 2011 é da responsabilidade da Troy Lee Designs, incorporando um novo logo Rizla que será lançado pela equipe Rizla Suzuki MotoGP. A Rizla Suzuki GSV-R 2011 vai estrear no último Teste de pré-temporada neste fim-de-semana, no Qatar, antes da primeira corrida do ano, também no Qatar, a 20 de março.




Fonte: motogp.com