O americano, que rodou no MotoGP durante sete época até 2008, vai estar presente no Teste do Qatar com a Rizla Suzuki e será o piloto de substituição de Álvaro Bautista em 2011.
Suzuki aponta Hopkins como substituto
A posição de Álvaro Bautista como único piloto da Rizla Suzuki em 2011 levou o Director Desportivo Paul Denning a criar um plano de contingência para a temporada, nomeadamente a contratação de um piloto de substituição para o caso do espanhol não poder alinhar em alguma das 18 jornadas do Campeonato do Mundo deste ano.
O homem escolhido para o papel é John Hopkins; o americano rodou com a Suzuki de fábrica durante cinco temporadas e terminou em quarto no Campeonato do Mundo na sua última época com a formação, em 2007.
Hopkins, que assinou pela Crescent Suzuki para linhar no Campeonato Britânico de SBK deste ano – equipa dirigida por Denning – vai estar presente no Teste do Qatar de 13 e 14 de Março, onde vai rodar com a GSV-R com o objectivo de se preparar para eventuais chamadas durante a temporada.
“O John não vai fazer o Teste completo no Qatar, ele vai rodar um pouco com a moto para nos ajudar com algum trabalho de RP e filmagens. Isso vai dar-lhe a oportunidade de fazer algumas voltas e conhecer a moto, e vai estar no Teste para o caso de precisarmos dele,” explicou Denning ao motogp.com. “Não sabemos se vamos, ou não, precisar dele durante o Teste.”
Denning prosseguiu com mais explicações sobre o papel de Hopkins ao longo da época: “Com apenas um piloto temos de pensar bem num plano de recurso para o caso de algo correr mal. É claro que esperamos não ter de o chamar porque estamos a dar tudo ao Álvaro e essa é a prioridade. Mas temos uma obrigação para a Suzuki, para a Rizla e para com todos os parceiros da equipa para estarmos em todas as corridas e para isso temos de ter um plano.”
Ele acrescentou: “O John está disponível, ele tem experiência, está em boa forma e é concentrado, por isso parece-nos o homem certo para o trabalho.”
Já no que toca à possibilidade de vermos Hopkins como segundo piloto Suzuki na grelha como wild card Denning disse: “De momentos não há planos nesse sentido. Caso algo se desenvolva podemos pensar no assunto, mas de momento não é esse o plano.”
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Após o primeiro Teste de 2011 o piloto da Pramac Racing falou da sua mudança para a Desmosedici nesta época.
Ao cabo de três épocas a correr com a Suzuki GSV-R, Loris Capirossi está de regresso aos comandos da Desmosedici em 2011 – uma moto com que rodou durante cinco temporadas até 2007 – agora com a Pramac Racing.
O italiano, que rodou com a Ducati no ano de estreia da marca no MotoGP em 2003 e depois ajudou ao desenvolvimento da montada na formação de fábrica, está agora a reajustar-se à mais recente versão da Desmosedici e completou o seu segundo Teste com a GP11 na Malásia, na semana passado.
“Gosto mesmo da equipa e estou contente por estar outra vez a trabalhar com uma Ducati,” disse Capirossi, que foi o 13º mais rápido do Teste de Sepang, a 1,3s da frente. “Tive de mudar um pouco o meu estilo de pilotagem porque rodei com a Suzuki durante três anos e é uma moto totalmente diferente. Sempre que se faz uma grande mudança (de moto) não é fácil e é claro que esta moto é muito diferente daquela com que rodei no passado. A moto tem um estilo próprio e temos de compreender isso.”
Com mais um Teste em Sepang (22 a 24 de Fevereiro) e um último ensaio no Qatar (13 a 14 de Março) antes do início da época de 2011, Capirossi acredita que se pode adaptar a tempo da abertura da temporada em Losail.
“O potencial da GP11 é muito elevado, só que de momento não estou a tirar todo o partido desse mesmo potencial,” explicou o homem que soma 99 pódios no Campeonato do Mundo. “Tenho tempo para melhorar e trabalhar o meu estilo e temos dias de Testes suficientes pela frente para prepararmos a primeira corrida. Creio que vamos estar prontos!”
Fonte: motonline
A substituição dos componentes da moto por profissionais credenciados garante a correta aplicação e a originalidade das peças
Mais importante que a revisão preventiva da sua motocicleta é a peça utilizada e o profissional que a aplica. Para ter a certeza de uma condução segura, sem correr o risco de panes indesejadas a NGK, especialista em velas de ignição do mundo, recomenda procurar um mecânico de confiança que indicará as peças e a hora exata de realizar a substituição e, ainda, garantirá a correta aplicação, sem comprometer os demais componentes da motocicleta.
Ao substituir as velas de ignição é importante levar em consideração a marca e o ano da moto, pois para cada uma existe um modelo específico que deve ser respeitado com rigor.
A utilização de peças inadequadas pode comprometer o funcionamento do motor, além de danificar o sistema de ignição. Em caso de dúvidas, basta consultar a Tabela de Aplicação NGK ou o Manual do Fabricante.
É válido ressaltar que motos que circulam com peças desgastadas ou com procedência duvidosa podem apresentar uma série de problemas. Entre eles, destaca-se queda de rendimento, dificuldade de partida, falha no motor, aumento no consumo de combustível e redução da vida útil de outros componentes.
Para obter mais informações ou em caso de dúvidas, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor, por meio do telefone 0800 197 112 (ligação gratuita).
Fonte: motonline